terça-feira, 19 de novembro de 2013


A VEZ DOS HOMENS NA ATENÇÃO BÁSICA

 

      Durante muitos anos as unidades básicas de saúde da família consolidaram estratégias para acolher melhor os grupos populacionais de risco. O pré-natal é uma dessas estratégias que se consolidou fortemente no processo de trabalho e conta com ampla aceitação e reconhecimento de sua relevância na redução da mortalidade materna e fetal.  E é sobre essa rotina diária nas unidades de saúde e a vigência de uma nova ordem de saúde para o publico masculino que meu pensamento se envolveu na proporção em que vivenciava o trabalho diário na Atenção Básica. Haveria algum modo de integrar mais os homens nas rotinas de cuidados preventivos? Afinal, como os homens adoecem e como a saúde pode acolher racionalmente as demandas e necessidades desse público?

Embora  a idéia de que a Prevenção tenha  custo menor que o Remédio seja bem consensuado no conhecimento popular, não encontramos efetivamente facilidades para a atenção à públicos que ainda não se revelam doentes.  Exige-se empenho e estratégias para sensibilizar gestores e profissionais para estimular maior vínculo e estabelecer parâmetros para o atendimento. Seria o conforto de conhecer e confiar em velhas rotinas ou o receio de despertar novas demandas das quais não conseguiríamos dar conta? Seria falta de financiamento governamental para novas estratégias? Afinal, como poderemos mobilizar racionalmente para integrar mais o público masculino na Atenção Básica?  

Entretanto, durante as oficinas promovidas em anos anteriores pelo Ministério da Saúde o que se pode ver é que dá para criar novos formatos para o atendimento com vista à maior inclusão do público masculino.  Cito algumas delas como por exemplo a elaboração de Campanhas da Saúde do Homem quando se estabelece uma ação de promoção e acolhimento pela unidade de saúde, preferencialmente realizados em horários diferenciados como o final de semana ou feriados para atender  também os trabalhadores. Outra estratégia maravilhosa que vi teve maior  relevância em áreas de violência por integrar os homens também no cuidado com os filhos na rotina do pré-natal.  O efeito é mesmo de integrar o homem no cuidado com a família, delegar a ele também a responsabilidade de cuidar e consequentemente espera-se o arrefecimento das atitudes que levam a violência. Bom exemplos felizmente existem aos montes e o sentimento de quem é atendido é mesmo de agradecimento como eu mesmo pude testemunhar.  Desta forma novos pacientes são descobertos com diabetes, hipertensão arterial , entre outras tantas formas de doenças e prevenção para câncer ou obesidade são acolhidos pela atenção básica.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

SAÚDE DO HOMEM

 
 
As Unidades de Saúde da Família do bairro Belmonte e Coqueiros, em Volta Redonda,RJ, em comemoração ao dia do Homem, promoverão neste sábado, dia 20, uma campanha pela maior valorização e prevenção de agravos da Saúde Masculina. A unidade Belmonte funcionará de 08:00 as 17:00 e a unidade Coqueiros de 08:00 as 12:00.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012





O PODER DO HOMEM


Por: Maria Vitoria Evangelista de Sousa


A Política Nacional de Atenção Integral a Saúde do Homem (PNAISH) foi criada a fim de desenvolver ações específicas para a população masculina na faixa etária de 20 a 59 anos. É uma política inovadora que requer ações também inovadoras principalmente a compreensão da realidade masculina nos seus contextos socioculturais e emocionais, com a perspectiva de reduzir os índices de m
orbimortalidade por causas
 preveníveis e evitáveis com aumento da expectativa de vida desta população. 
Até 2009, não existia uma política específica para a população masculina em Goiás. A partir da construção da Política Nacional voltada à Saúde Integral do Homem e do reconhecimento das especificidades demográficas, epidemiológicas e culturais desta população, inicia-se um processo de construção de uma Política Estadual de Atenção Integral a Saúde no Homem (PEAISH) no Estado de Goiás.
O foco desta política é a mudança de paradigma, saindo do restrito campo de “adesão a programas assistenciais de saúde”, para uma perspectiva mais ampla que privilegie a população masculina de 20 a 59 anos com ações de saúde que lhes sejam específicas.

O Sistema de Saúde têm dado prioridade a programas de atenção à criança, ao adolescente e a mulheres, e mais recentemente a idosos considerando-os extratos frágeis da sociedade. Observa-se que o referido modelo básico de atenção aos quatro grupos populacionais não é suficiente para tornar o país saudável. Os homens na faixa etária de 20-59 anos representam 27% da população.
A cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. E em média a população masculina vive sete anos menos do que as mulheres. São dados de expressividade. E um fator significativo que ocasiona elevado número de internações quanto de mortalidade são as causas externas, relacionadas a violência por arma de fogo e arma branca, força física; acidentes de trânsito e transporte; homicídios.
E mais, os homens também são mais acometidos das doenças do aparelho circulatório que têm como fatores de risco: o aumento da ingesta de sal, obesidade, uso abusivo de álcool, sedentarismo, tabagismo, fatores genéticos.
Dentre os tipos de câncer, o de pulmão é o que mais mata homens e esta neoplasia está relacionada a vários fatores dentre eles temos: genéticos, poluição do ar , tabagismo ativo e passivo etc.
Precisamos mobilizar a população masculina, pois historicamente o homem não têm o hábito de cuidar da própria saúde. E a prevenção é o primeiro passo. Cabe também aos profissionais de saúde, especialmente, os que trabalham na assistência primária, alertar sobre os riscos e consequências na demora em procurar os serviços de saúde. 

Sabemos que os homens até chegam ao Serviço de Saúde, porém não são tidos como integrantes do serviço de prevenção da sua saúde. Temos de avançar, pois ainda são muitas as barreiras institucionais existentes como a inadequação de horários, dificuldade de acesso e acolhimento, inadequação de espaço físico e capacitação dos profissionais para atentarem para um novo olhar para a população masculina.
Como maior desafio tem-se a mudança de paradigma, tanto para promover melhoras na qualidade, quanto para aumentar a expectativa de vida. Aqui, nos esbarramos em questões como a resistência em buscar ajuda que no universo masculino significa: ser frágil, ser vulnerável.
Um resumo para esta situação?! O homem dificilmente lança mão do valioso poder da prevenção, aumentando com isso a morbidade e mortalidade masculina. Queremos vida. Vida com qualidade, semeada em ações específicas às quais visualizem o homem como um ser biopsicossocial e não um ser sexualmente funcional e reprodutor.




Maria Vitoria Evangelista de Sousa
É psicóloga e subcoordenadora da área Técnica da Saúde do Homem da SES

domingo, 23 de setembro de 2012




Ministério da Saúde prepara Caderno de Atenção Básica para a população masculina

A área técnica da Saúde do Homem, do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (Dapes), da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), juntamente com o Departamento de Atenção Básica (DAB), do Ministério da Saúde, realiza a partir desta quinta-feira (17), oficina de trabalho para a construção do Caderno de Atenção Básica sobre a Atenção Integral da Saúde do Homem. O encontro, que termina na sexta-feira (18), acontece no Departamento de Medicina Preventiva, da Faculdade de Medicina, da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo (SP).
Os Cadernos de Atenção Básica têm por objetivo contribuir para o fortalecimento das ações desenvolvidas por todos os profissionais de Saúde de várias partes do país. A edição inicial tem previsão de 50 mil exemplares. A publicação é oferecida gratuitamente como fonte de informação, com a possibilidade de auxiliar na correta implementação do modelo assistencial de atenção básica.
Segundo Eduardo Chakora, coordenador da área técnica de Saúde do Homem do MS, a publicação irá unificar a abordagem das diversas questões que envolvem a saúde do homem com um olhar que levará em consideração a transversalidade do tema. “Os profissionais de Saúde terão um instrumento que permitirá a valorização das práticas de saúde”, afirma ele. Chakora explica que a publicação inovará ao contar com uma expressiva participação de especialistas na redação dos temas pertinentes à saúde desta população.
Participarão do encontro, os principais expoentes que atuam no campo da investigação e da prática abordando o tema da saúde dos homens, entre eles: gestores, médicos de família, pesquisadores, antropólogos, sociólogos, equipes multiprofissionais, Organizações Não Governamentais (ONGs), Academia, representações de entes federais, estaduais e municipais, entre outros.
Com o objetivo de formular conteúdos que possam ser utilizados e aplicados pelos profissionais de saúde, a estratégia fundamental adotada na confecção deste Caderno de Atenção Básica está alicerçada em temas voltados para a prevenção, promoção, tratamento e reabilitação dos agravos à saúde do homem, priorizando e problematizando a perspectiva relacional de gênero, sobretudo nos serviços oferecidos na Rede SUS, orientados pela Política Nacional de Atenção Básica e o seu Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica – PMAQ/AB, e pelas Redes Temáticas (Cegonha, Atenção Psicossocial, Urgência e Emergência, e Oncológica).
Segundo dados do Censo 2010, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os homens representam 49% do total da população brasileira. A relação entre os gêneros, de acordo com o estudo, é de 96 homens para cada 100 mulheres.

domingo, 16 de setembro de 2012

Hérnia de disco



Homens sofrem mais de Hérnia de Disco que Mulheres


Ter dor nas costas é uma coisa bem chata e incômoda. O grande fator é que não fica somente nas costa, a hérnia de disco pode se irradiar para as pernas e até para os braços. Cerca de 80% das pessoas apresentarão dor lombar em algum momento da vida, segundo a Associação Médica Brasileira.


A hérnia discal ocorre principalmente entre a quarta e quinta décadas de vida (idade média de 37 anos), apesar de ser descrita em todas as faixas etárias (5-8) . Cerca de 2 a 3% da população pode ser afetada, com prevalência de 4,8% em homens e 2,5% em mulheres, 
acima de 35 anos. 

Homens , geralmente, estão ligados a atividades profissionais que exigem maior esforço da coluna vertebral e a sobrecarga sobre a mesma poderia explicar este maior acomentimento na população masculina.  A Hérnia de Disco vertebral é uma das doenças incapacitantes campeãs de afastamento do homem do trabalho.

Fonte: scielo



Segundo pesquisa, homens sofrem mais com o fim do namoro e altos e baixos de uma relação


Muito diferente do que a maioria das mulheres pensam, os homens jovens sofrem pelo fim de um amor sim e até mais do que os corações femininos. De acordo com uma pesquisa recente da Universidade de Wake Forest, nos Estados Unidos, publicada na revista Journal of Health and Social Behavior deste mês, eles sofrem mais do que elas.

Para chegar a este resultado, o estudo ouviu mais de mil jovens solteiros entre 18 e 23 anos, no sul da Flórida, nos Estados Unidos, e também descobriu que eles sentem-se melhor do que elas quando o namoro vai bem por reagirem mais à qualidade das relações e que demonstram isso de uma maneira diferente. Os garotos obtêm mais benefícios emocionais dos aspectos positivos de um relacionamento contínuo do que as mulheres.

O estudo também constatou que as garotas ficam muito preocupadas em estar namorando ou não e isso faz com que elas sofram de depressão quando a relação termina ou, simplesmente, se satisfazem apenas por estar em um relacionamento. Enquanto os homens estão preocupados com a qualidade das suas emoções e relações. 

Ainda segundo os pesquisadores, uma das explicações seria a de que os rapazes não costumam falar de suas intimidades com família e amigos como as mulheres fazem e só se abrem com a parceira, por isso quando o namoro termina ele sente-se tão abalado. Além disso, estar em um relacionamento com idas e vindas requer um esforço que pode afetar a auto-estima dos homens.

A pesquisa foi coordenada pelo professor de sociologia Robin Simon, da Universidade Wake Forest, e pela professora associada Anne Barrett, da Universidade Estadual da Flórida.

fonte original deste artigo disponível no site:  virgula.uol

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Entre 25 e 35 anos, homens querem ser "felizes para sempre" com alguém. Já os mais experientes pensam diferente.
imagem: myopera.com


Idade revela o que os homens esperam de um relacionamento

Entre 25 e 35 anos, homens querem ser "felizes para sempre" com alguém

Publicado em 11/09/2012
Redação MdeMulher - Com informações da Sing Comunicação de Resultados
Conteúdo do site MDEMULHER




Uma pesquisa realizada com 35 mil usuários do site de relacionamento ParPerfeito revela que quando se trata de compromisso sério a idade do homem pode fazer muita diferença na forma como ele encara um relacionamento.

Durante a enquete, o site solicitou que os usuários escolhessem uma frase que fazia mais sentido para eles e ao analisar os resultados por faixa etária e expressão escolhida é possível verificar como a fase vivida em cada idade influencia na busca por um relacionamento sério e duradouro:

A expressão “vamos nos divertir sem pensar no amanhã” foi a campeã entre os jovens de 18 a 24 anos, com 37% dos votos.
Enquanto isso, a frase “e viveram felizes para sempre” foi a que mais fez sentido para os homens com idade entre 25 e 35 anos.
Já os usuários mais maduros, de 36 a 46 anos, escolheram a expressão “que seja eterno enquanto durar”. Confira abaixo o resultado completo da pesquisa.


Faixa etária
“E viveram felizes para sempre”
“Que seja eterno enquanto durar”
“Vamos nos divertir sem pensar no amanhã!”
18 a 24
21%
42%
37%
25 a 35
24%
43%
33%
36 a 46
23%
46%
31%

  Fonte: ParPerfeito, agosto 2012.


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

 
DIABETES TIPO 1: UMA LUTA DIÁRIA

O diabetes é uma doença metabólica causada pela ausência ou insuficiência de produção de insulina no pâncreas. A insulina é um hormônio que tem a função de transportar a glicose (açúcar) do sangue para dentro das células do nosso corpo. A glicose é a principal fonte de energia das células. O diabetes tipo 1 é um tipo da doença que acomete geralmente crianças, adolescentes e adultos jovens. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam de injeções de insulina (as) diárias para manter a glicose no sangue em níveis normais, esses níveis são controlados através de um aparelho chamado glicosímetro que mede a quantidade de açúcar no sangue através de uma "espetadinha" no dedo. 
Ufa, após tanta "agulhada" e monitoramento constante como o indivíduo consegue viver normalmente? É possível usufruir dos prazeres da vida e manter uma vida saudável com diabetes?
Existem vários exemplos de portadores da doença que travam uma batalha diária para manter uma vida saudável! Um grande exemplo é o Team Type 1. "Do encontro de dois estudantes-atletas numa competição de faculdade nasceu uma das mais respeitadas equipes de ciclismo do mundo. Phil Southerland e Joe Eldridge, ambos diabéticos, se conheceram em 2003. Da amizade nasceu uma provocação mútua – e saudável – para ver quem lidava melhor com a doença, regada a jantares pagos. Provas vivas de que é possível competir em alto nível, apesar do diabetes tipo 1, eles tiraram da doença o incentivo e a inspiração para criar uma equipe profissional. Nascia ali a Team Type 1. Logo no primeiro ano de existência, e sem saber, eles já previam a vinda para o Brasil. Depois de dividir a história com outros corredores – inclusive outros diabéticos – Phil sugeriu a Joe fazer “algo grande, como correr pela América“. No inglês clássico, eles queriam apenas rodar o país-natal, sem saber que acabariam por atravessar o continente e chegar também à América Latina, junto de toda uma equipe. Atualmente, são mais de 100 atletas, em várias categorias. A missão, segundo eles, é espalhar esperança para as pessoas diabéticas ao redor do mundo. Porque com a dieta apropriada, exercícios e tratamento, é possível que qualquer diabético alcance seus sonhos"(Team Type 1).
Particularmente me identifico muito com o grupo, por ser diabético e praticante de ciclismo (mountain bike), um esporte apaixonante que comecei a praticar a uns 2 anos como alternativa para auxiliar no controle da doença. Fica aí a dica! Maiores informações sobre a equipe acesse www.teamtype1.org.

                                                      TEAM TYPE 1
                 BRUNO CASTRO - Competição: Agulhas Negras MTB CUP

Lembre-se: Procure a unidade de saúde próxima para realizar uma consulta médica antes de iniciar qualquer atividade física! 
Mais informações sobre diabetes acesse http://www.diabetes.org.br
SIM! É POSSÍVEL VIVER BEM COM A DOENÇA E TER UMA VIDA SAUDÁVEL.
Você também pode!!! Com diabetes ou não, pratique exercícios e não perca o melhor da vida!!!
Por: Bruno Castro de Oliveira.

Opinião: Estratégias que estimulam a Paternidade Responsável podem reduzir a violência masculina



   Incentivar que os homens participem do cuidado com os filhos pode ser um excelente meio de promover a redução da violência através do ensino do cuidado com a saúde do filho, principalmente em comunidades com elevado índice de violência. Na foto acima temos um exemplo de como podemos criar esses incentivos para os homens. Mas as comunidades, bairros e municípios têm diferentes modos de vida para os homens. É importante fazer uma boa avaliação dos problemas mais importantes referidos pelos homens. Pessoalmente vejo que várias frentes podem ser criadas para melhorar a educação de saúde dos homens. O alcoolismo, a falta de perspectiva de vida de alguns homens e o desemprego podem ser também pontos importantes para se pensar. Sabe-se hoje em dia que o homem tem média de estudo inferior  que as mulheres e isso lhes traz a responsabilidade por trabalhos menos qualificados e de pior salário. Sabe-se também que o homem não relata pequenos acidentes de trabalho porém são os campeões em acidentes fatais. No trânsito, 80% dos acidentes fatais são de homens.




Ministério da Saúde formula novos cartazes para estímulo da Saúde Masculina

quarta-feira, 5 de setembro de 2012


Secretaria Estadual de Saúde Promoveu Encontro para Promoção da Saúde do Homem.

Encontro teve boa adesão de Representantes dos Municípios da Região que puderam refletir sobre melhorias no atendimento do público masculino.



  Volta Redonda realizou nesta terça, 04, a Oficina de Saúde do Homem promovida pela Secretaria Estadual de Saúde (SES/RJ), através da coordenação Estadual de Saúde do Homem.  O evento contou com a participação de representantes dos municípios das regiões Centro-Sul, Baia de Ilha Grande e Médio Paraíba e com a presença da secretária municipal de Saúde de Volta Redonda, doutora Suely Pinto



  O objetivo do seminário foi ampliar a implementação da Política Nacional de Atenção Integral de Saúde do Homem (PNAISH) nos referidos municípios visando o desenvolvimento de ações que elevem a cobertura dos serviços de saúde, direcionados à promoção, cuidados básicos e preventivos sobre os principais agravos à saúde da população masculina.

  Na programação do evento as apresentações da PNAISH pela representante da Área Técnica de Saúde do Homem do Ministério da Saúde (MS), Clesimary Evangelista Molina Martins, e da situação de implementação desta política no Estado do Rio de Janeiro, pelo Coordenador Estadual de Saúde do Homem, o psicólogo Igor Feijó Hofacker.

  Além disso, houve palestra sobre a prevenção e tratamento das principais doenças da população masculina e a apresentação do Centro de Atenção à Saúde do Homem, presidida pelo médico Rui Figueiredo Filho, urologista da Equipe Técnica do Centro de Atenção à Saúde do Homem - UERJ.

 Outro destaque foram as apresentações das experiências exitosas dos municípios que já desenvolvem as ações de saúde do homem. A situação de implementação da PNAISH, em Volta Redonda, foi feita pelo Coordenador da Área Técnica de Saúde do Homem da Secretaria Municipal de Saúde de Volta Redonda (SMS/VR), o médico Vinicius Soares Costa Melo. Em seguida os participantes debateram e desenvolveram um esboço do plano de ação em saúde do homem para os seus respectivos municípios.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012


ESTADO PROMOVERÁ ENCONTRO DE GESTORES PARA POLÍTICA DE SAÚDE DO HOMEM


A Coordenação da Política Nacional de Atenção à Saúde do Homem no Estado do Rio de Janeiro promoverá em setembro próximo uma oficina de Trabalhos para a Saúde do Homem na cidade de Volta Redonda destinado aos Gestores com objetivo de discutir estratégias e objetivos para a maior inserção de homens em ações de promoção e prevenção de agravos específicos ao gênero.

sábado, 11 de agosto de 2012


FELIZ DIA DOS PAIS !
HOMEM QUE SE CUIDA NÃO PERDE O MELHOR DA VIDA!

WWW.SAUDEDEHOMENS.BLOGSPOT.COM.BR

Unidade Básica de Saúde da Família Vila Mury promove Campanha da Saúde do Homem



  Hoje a equipe de saúde da família do bairro Vila Mury abriu as portas em plena véspera do dia dos Pais para receber o público masculino para participarem de ações de promoção e prevenção de saúde.

A enfermeira gerente da unidade , Ana Lúcia, e sua equipe, colocaram a disposição serviços como aferição de pressão arterial, teste rápido para diagnóstico de diabetes, aferição do peso corporal, e muitas orientações referentes aos agravos de saúde de homens.

 Mas o trabalho todo não se deu apenas neste dia. Foi preciso algum planejamento para convencer principalmente aqueles homens que usavam como desculpa o trabalho para não comparecer na unidade de saúde. Portanto, a estratégia que a equipe se valeu foi promover a campanha no sábado, agendando homens em horários específicos para atendimento por um profissional de saúde.










A equipe da campanha foi composta por médicos, enfermeiros, agentes comunitários, auxiliares, e acadêmicos da UniFOA.
Parabéns a todos pela grandiosa iniciativa!

segunda-feira, 16 de julho de 2012



Saúde Masculina é lembrada no DIA do HOMEM na UBSF SANTA CRUZ

A Unidade Básica de Saúde da Família do bairro SANTA CRUZ não deixou o dia do Homem passar  desapercebido. A entrada da Unidade foi estilizada com balões em azul e um cartaz deixava claro que o dia estava para o homem. A equipe se desdobrou para decorar a unidade para recepcionar bem os homens. 

Palestra sobre os Agravos à Saúde Masculina





Após a palestra houve um sorteio de bolas de futebol.

Oferecido serviços como Medida da Pressão Arterial e Teste para avaliar Diabetes


Apoio de representantes da Associação de Alcóolicos Anônimos

Distribuição de Preservativos

Panfletos informativos da Saúde do Homem


Uma equipe que não mediu esforços para trazer esse tema importante e bons serviços de saúde para a comunidade local. A palavra de ordem é PREVENÇÃO ! 

Parabéns à Enfermeira Gerente Rejane Lamon e Equipe pela excelente iniciativa e trabalho.


terça-feira, 10 de julho de 2012



Unidade Básica de Saúde da Família do Bairro Santa Cruz promoverá no dia 14 de Julho ação de promoção à Saúde Masculina


A Equipe de Saúde da Família não pretende deixar passar em branco o dia do homem e organiza um atendimento de saúde dedicado ao público masculino.  Uma dos argumentos que os homens relatam frequentemente é a falta de tempo, daí o sábado ser um dia especialmente bom para que os homens possam, por exemplo, conhecer seu índice de pressão arterial, medir seu peso corporal e conhecer os serviços prestados pela unidade básica de saúde de seu bairro. Parabéns pela iniciativa!

domingo, 1 de julho de 2012



DIA DO HOMEM 

Data importante para lembrar que os homens possuem os piores indicadores de saúde do país!

No dia 15 de Julho, comemora-se o Dia Nacional do Homem. Para lembrar essa data, nada melhor que falar sobre a saúde masculina. Bem diferente das mulheres, os homens tendem a ser resistentes na realização de exames de rotinas ou idas ao médico e deixam de cuidar da própria saúde.


Segundo o Ministério da Saúde, a cada 3 pessoas adultas que morrem no Brasil, 2 são homens. A cada 5 pessoas que morrem de 20 a 30 anos de idade, 4 são homens. Homens vivem em média 7 anos menos que as mulheres.
Muitas vezes quando o homem sente que alguma coisa está errada, ao invés de procurar um profissional de saúde,  ele conversa com amigos, depois com a esposa e por último vai ao médico. Essas atitudes podem atrasar o diagnóstico, prejudicando possível tratamento.
Com os pequenos não é diferente. Algumas patologias acometem apenas os meninos, por isso, todo cuidado é pouco. Levá-lo à um profissional de saúde e seguir as recomendações é essencial para seu desenvolvimento saudável. A Fimose, por exemplo, é um assunto que deve ser lembrado, afinal os cuidados na hora certa garantem qualidade de vida na fase adulta do menino.
Outros cuidados importantes que o homem deve ter é no trânsito. Segundo o Denatran, 80% dos acidentes fatais são de homens. Muitos profissionais do volante , como os caminhoneiros e taxistas,  não tem uma boa qualidade de vida e arriscam sua saúde ingerindo estimulantes para permanecer mais horas no trabalho.

Autor: PNAISH - VOLTA REDONDA

terça-feira, 26 de junho de 2012

Consumo de DROGAS como o CRACK é maior entre HOMENS

Consumo de cocaína e crack aumenta no Brasil, estima ONU

O uso da cocaína, principal matéria-prima do crack, aumentou nos últimos anos no Brasil. A tendência segue na contra-mão da estabilidade do consumo da droga no mundo e da queda registrada na América do Norte e em alguns países da América do Sul. A conclusão faz parte de um relatório do Escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) contra Drogas e Crime, divulgado nesta terça-feira (26).

Especialistas apontam que o uso da cocaína cresceu no país em 2010 em relação a anos anteriores, mas não sabem precisar de quanto foi o aumento, já que desde 2005 o Brasil não realiza pesquisa para saber quantos usuários de drogas existem no país. No entanto, dois fatores importantes levaram a ONU a concluir que houve esse crescimento: o aumento em três vezes da quantidade de cocaína apreendida pela polícia entre 2004 e 2010 e a preocupação do governo brasileiro com o problema da dependência de drogas. Em dezembro do ano passado, a presidente Dilma Rouseff lançou um programa nacional de combate ao crack e outras drogas com orçamento previsto de R$4 bilhões.

No que diz respeito a gênero, os homens estão na frente no consumo de crack . Se a média do Brasil no levantamento de 2001 foi de 0,4%, os homens tinham 0,7% de prevalência, enquanto as mulheres, 0,2%. Em 2005, enquanto o percentual de mulheres que fazem o consumo de crack permaneceu estável, o de homens foi a 1,5%, elevando a média do Brasil para 0,7%.

Fonte: UOL e SENADO.GOV

domingo, 24 de junho de 2012

Escolha o selim certo

Modelo inadequado pode provocar disfunção erétil

Andar de bicicleta é um exercício muito completo e ótimo para manter a boa forma em qualquer idade.

Ainda assim, os homens devem ter algum cuidado, já que a ausência de um selim adequado à sua anatomia pode provocar a disfunção eréctil em, pelo menos, 5% dos ciclistas.

Segundo os especialistas do Boston Medical Group, uma associação mundial de clínicas especializadas nas disfunções sexuais masculinas, este valor pode até ser maior, uma vez que muitos homens não sabem identificar o problema da disfunção eréctil.

Ao andar de bicicleta num selim tradicional, são pressionados os nervos e os vasos sanguíneos da zona do períneo, reduzindo o fluxo de sangue em 70 a 80% em três minutos.



quarta-feira, 13 de junho de 2012



Disfunção Erétil: Portugueses têm vergonha de pedir ajuda

Estudo internacional sobre disfunção erétil revela que a esmagadora maioria dos portugueses tem vergonha de discutir assuntos do foro sexual com o seu médico. 
A Internet é a principal fonte de informação em caso de dúvida, sendo que Portugal é o país com menor taxa de utilização de medicação para o tratamento da disfunçãoerétil.

O estudo internacional desenvolvido patrocinado pela Lilly e realizado pela agência de estudos de mercado SKIM Healthcare revelou diferenças culturais bastante marcadas entre a Europa, a Ásia e a América do Norte, no que toca à abordagem da saúde sexual com o médico.A República Checa (19 por cento), o Reino Unido (18 pontos percentuais), Portugal (12 por cento) e a Coreia do Sul (nove por cento) são os países onde há menor probabilidade de abordar o profissional de saúde, contrariamente ao que acontece no México (38 por cento), no Canadá (31 por cento) ou nos EUA (32 por cento).  Para os portugueses, o médico é mesmo o último recurso. A preferência vai para a Internet, com 46 por cento, para os livros, com 28 pontos percentuais, para as revistas (18 pontos) e para o cônjuge (14 por cento).Só depois vem o médico, com 12 por cento de procura. A faixa etária mais cibernética é a dos 34 aos 45 anos, com um número de mulheres ligeiramente mais alto do que o dos homens no que toca à pesquisa online (47 versus 45 por cento).

Em Portugal, esta realidade bem notória também se reflete na toma de medicação: 95 por cento dos homens inquiridos afirma nunca ter feito qualquer tratamento para a disfunção erétil, um número superior aos 84 por cento registados a nível mundial.  A disfunção erétil é o problema sexual masculina com a maior taxa de prevalência – atinge 52 por cento por cento dos homens entre os 40 e os 70 anos. Entre casos pontuais e permanentes, com origem física ou psicológica, calcula-se que cerca de 500 mil portugueses sofram desta doença.E se a vergonha parece ser a principal causa para a fraca adesão aos medicamentos, um pouco por todo o mundo – 74 por cento do total dos inquiridos assim o afirmaram –, não é de estranhar que 20 por cento dos inquiridos confesse encomendar os seus medicamentos através da Internet.  “Os números são reveladores e mostram que ainda há uma grande percentagem de homens com dificuldade em assumirem e exporem o problema da disfunção erétil”, refere Jorge Rocha Mendes, presidente da Sociedade Portuguesa de Andrologia. O presidente da Sociedade Portuguesa de Andrologia deixa, contudo, um alerta: “No que diz respeito à disfunção erétil, os doentes precisam de um diagnóstico médico que lhes assegure que vão fazer o tratamento mais adequado à sua situação. Não tenham vergonha nem fujam do problema. Procurem-nos e peçam ajuda. Apesar do estigma e da vergonha associados, hoje sabemos que é possível tratar com êxito a grande maioria das situações de disfunção erétil. Os avanços registados nos últimos anos vieram facilitar o tratamento e, consequentemente, a vida dos homens que sofrem desta doença”, acrescenta.A Lilly lançou ontem uma campanha mundial de luta contra a disfunção erétil. Sob o mote “Não fuja do problema. Peça ajuda”, a campanha vai estar presente em todo o mundo. Em Portugal, a primeira campanha global vai ser emitida na Televisão, Imprensa, Rádio e por via Online. 
Fonte Original: PTJORNAL

domingo, 27 de maio de 2012

Paternidade ajuda os homens deixarem o vício do álcool e cigarro


Estudo diz que homens entre 20 e 30 anos têm mais facilidade em largar vida pouco saudável

Enquanto estudos anteriores mostraram que o casamento pode influenciar nos hábitos negativos do homem, como bebidas alcoólicas e fumo, outro estudo recente constatou que a paternidade pode fazer o público masculino abandonar o estilo de vida pouco saudável.

De acordo com as informações publicadas pelo jornal britânico “Daily Mail”, homens que se tornam pais pela primeira vez tendem a se afastar do álcool, tabaco e do crime, de acordo com pesquisadores da Oregon State University. As conclusões foram retiradas de um estudo de 19 anos com mais de 200 meninos e homens em situação de risco, com idade entre 12 e 31 anos. Os pesquisadores analisaram como o comportamento anti-social dos entrevistados mudou ao longo do tempo.

"Esta pesquisa sugere que a paternidade pode ser uma experiência transformadora, e inibir o interesse dos homens de se engajarem em situações arriscadas", disse o pesquisador David Kerr.

Os resultados, publicados no “Journal of Marriage and Family” também destacam como homens que se tornam pais na faixa entre 20 e 30 anos mostram uma maior disponibilidade para abraçar a nova família e abandonar a vida antiga, em comparação com os homens que são pais na adolescência.

Fonte: BAND.com

quinta-feira, 17 de maio de 2012


PRESERVATIVO MASCULINO TEM HISTÓRIA




Os chineses foram os criadores da primeira versão do preservativo: envoltórios de papel de seda untados com óleo. Os japoneses também possuíam hábito semelhante. Desde 1850 a.C. os egípcios utilizavam métodos contraceptivos. As mulheres colocavam em suas vaginas uma série de produtos para bloquear ou matar os espermatozóides. Elas utilizavam fezes de crocodilos (por possuírem pH alcalino, tal qual os espermicidas modernos), gomas e uma mistura de mel e bicarbonato de sódio. Os homens utilizavam protetores para o pênis, confeccionados em linho ou a partir de intestinos de animais. Tais protetores, porém, não possuíam função contraceptiva: funcionavam como estojos. Eles protegiam o pênis contra galhos e picadas de insetos durante as caçadas. 
FIGURA 2: Protetores para o pênis no Egito Antigo.
Serviam proteger o pênis contra galhos e picadas
de insetos durante as caçadas.        

                   A mitologia grega apresentou a camisinha para o Ocidente. O rei Minos, filho de Zeus e Europa, era casado com Pasiphë. O monarca era conhecido por seu amor pelas mulheres e suas inúmeras amantes. Por obra de Pasiphë, Minos passou a ejacular serpentes, escorpiões e lacraias, que matavam toda aquela que se deitasse com o soberano. Pasiphë era imune ao feitiço aplicado a Minos, mas este tornou o rei incapaz de procriar. Minos, no entanto, se apaixonou por Procris. Para evitar que a relação com Minos lhe trouxesse a morte, Procris introduziu em sua vagina uma bexiga de cabra. Os monstros ficaram aprisionados na bexiga e Minos voltou a poder ter filhos. 

Durante o século XVI a disseminação das doenças sexualmente transmissíveis assolava a Europa. Nessa época elas eram chamadas de doenças venéreas. Esse nome faz referência às sacerdotisas dos templos de Vênus, que exerciam a prostituição como forma de culto à Deusa do Amor. Foi quando o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou o que descreveu como uma "bainha de tecido leve, sob medida, para proteção das doenças venéreas". Tratava-se de um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Ele a denominou De Morbo Gallico, em um artigo escrito em 1564. Shakespeare denominou-a "luva de Vênus". No final do século XVI os preservativos de linho passaram a ser embebidos em soluções químicas e depois secados. Eram as precursoras dos espermicidas modernos. No século XVII, um médico inglês conhecido como doutor Condom, alarmado com o número de filhos ilegítimos de Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou para o rei um protetor feito com tripa de animais.

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A Compulsão Alimentar é uma desordem psíquica que manifesta-se pelo consumo exagerado e frequente de grandes quantidades de alimentos. Embora seja muito conhecida entre o sexo feminino é tão destrutiva para os homens quanto para as mulheres, segundo um novo estudo. No entanto, os homens reconhecem menos essa alteração e buscam menos o tratamento.

Em parte, esta relutância em pedir ajuda pode ser porque a pesquisa sobre compulsão alimentar tende a se concentrar nas mulheres, e os transtornos alimentares não são vistas como "masculinas" doenças, disse a pesquisadora Ruth Striegal da Wesleyan University.

"A compulsão alimentar está intimamente ligada à obesidade e ganho de peso excessivo, bem como o aparecimento de diabetes, hipertensão e distúrbios psiquiátricos como a depressão", Striegal disse em um comunicado. "No entanto, a maioria das evidências sobre o impacto da compulsão alimentar é baseada em amostras de mulheres, pois a maioria dos estudos recrutam mulheres para a pesquisa."

De acordo com a National Eating Disorders Association, entre 1 e 5 por cento dos adultos americanos têm Compulsão Alimentar, o que significa que frequentemente experimentam sessões de secretas de grande libação alimentar. As mulheres são ligeiramente mais afetadas que os homens, mas cerca de 40 por cento das pessoas com a doença são do sexo masculino.
estudos de compulsão alimentar em homens são esparsos, sem nenhuma compreensão clara de como esta comendo homens impactos transtorno. Em um esforço para diminuir este hiato de gênero, Striegal e seus colegas analisaram homens e mulheres que participaram no rastreio de risco à saúde de auto-avaliação.

Pouco mais de 21.700 homens e 24.600 mulheres participaram da triagem. Os pesquisadores analisaram diferenças dentro desse grupo para a obesidade, pressão arterial alta, colesterol elevado, diabetes, depressão e comprometimento da produtividade do trabalho.

Eles descobriram que as 46,351 pessoas entrevistadas, 1.630 homens e 2.754 mulheres relataram compulsão alimentar, que os pesquisadores definida como ao menos um episódio de binge última no mês passado. Compulsão alimentar teve um custo comparável sobre a saúde mental em homens e mulheres no estudo.

Os resultados, relatados quarta-feira (26 de outubro) no International Journal of Eating, também indicou que a compulsão alimentar prejudica a produtividade do trabalho em ambos os homens e mulheres. Os empregadores podem precisamos reconhecer compulsão alimentar como um comportamento prejudicial a par com estresse ou depressão, os pesquisadores recomendaram. E os homens não devem ser deixados para trás.

"A sub-representação dos homens na compulsão alimentar periódica pesquisa não reflete níveis mais baixos de comprometimento nos homens versus mulheres", disse Striegel. "São necessários esforços para aumentar a conscientização sobre as implicações clínicas da compulsão alimentar para os homens para que eles possam buscar triagem e tratamento adequados."

Fonte Original: Live Science

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O que melhor se pode fazer para melhorar a saúde dos homens?