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domingo, 24 de junho de 2012

Escolha o selim certo

Modelo inadequado pode provocar disfunção erétil

Andar de bicicleta é um exercício muito completo e ótimo para manter a boa forma em qualquer idade.

Ainda assim, os homens devem ter algum cuidado, já que a ausência de um selim adequado à sua anatomia pode provocar a disfunção eréctil em, pelo menos, 5% dos ciclistas.

Segundo os especialistas do Boston Medical Group, uma associação mundial de clínicas especializadas nas disfunções sexuais masculinas, este valor pode até ser maior, uma vez que muitos homens não sabem identificar o problema da disfunção eréctil.

Ao andar de bicicleta num selim tradicional, são pressionados os nervos e os vasos sanguíneos da zona do períneo, reduzindo o fluxo de sangue em 70 a 80% em três minutos.



quarta-feira, 13 de junho de 2012



Disfunção Erétil: Portugueses têm vergonha de pedir ajuda

Estudo internacional sobre disfunção erétil revela que a esmagadora maioria dos portugueses tem vergonha de discutir assuntos do foro sexual com o seu médico. 
A Internet é a principal fonte de informação em caso de dúvida, sendo que Portugal é o país com menor taxa de utilização de medicação para o tratamento da disfunçãoerétil.

O estudo internacional desenvolvido patrocinado pela Lilly e realizado pela agência de estudos de mercado SKIM Healthcare revelou diferenças culturais bastante marcadas entre a Europa, a Ásia e a América do Norte, no que toca à abordagem da saúde sexual com o médico.A República Checa (19 por cento), o Reino Unido (18 pontos percentuais), Portugal (12 por cento) e a Coreia do Sul (nove por cento) são os países onde há menor probabilidade de abordar o profissional de saúde, contrariamente ao que acontece no México (38 por cento), no Canadá (31 por cento) ou nos EUA (32 por cento).  Para os portugueses, o médico é mesmo o último recurso. A preferência vai para a Internet, com 46 por cento, para os livros, com 28 pontos percentuais, para as revistas (18 pontos) e para o cônjuge (14 por cento).Só depois vem o médico, com 12 por cento de procura. A faixa etária mais cibernética é a dos 34 aos 45 anos, com um número de mulheres ligeiramente mais alto do que o dos homens no que toca à pesquisa online (47 versus 45 por cento).

Em Portugal, esta realidade bem notória também se reflete na toma de medicação: 95 por cento dos homens inquiridos afirma nunca ter feito qualquer tratamento para a disfunção erétil, um número superior aos 84 por cento registados a nível mundial.  A disfunção erétil é o problema sexual masculina com a maior taxa de prevalência – atinge 52 por cento por cento dos homens entre os 40 e os 70 anos. Entre casos pontuais e permanentes, com origem física ou psicológica, calcula-se que cerca de 500 mil portugueses sofram desta doença.E se a vergonha parece ser a principal causa para a fraca adesão aos medicamentos, um pouco por todo o mundo – 74 por cento do total dos inquiridos assim o afirmaram –, não é de estranhar que 20 por cento dos inquiridos confesse encomendar os seus medicamentos através da Internet.  “Os números são reveladores e mostram que ainda há uma grande percentagem de homens com dificuldade em assumirem e exporem o problema da disfunção erétil”, refere Jorge Rocha Mendes, presidente da Sociedade Portuguesa de Andrologia. O presidente da Sociedade Portuguesa de Andrologia deixa, contudo, um alerta: “No que diz respeito à disfunção erétil, os doentes precisam de um diagnóstico médico que lhes assegure que vão fazer o tratamento mais adequado à sua situação. Não tenham vergonha nem fujam do problema. Procurem-nos e peçam ajuda. Apesar do estigma e da vergonha associados, hoje sabemos que é possível tratar com êxito a grande maioria das situações de disfunção erétil. Os avanços registados nos últimos anos vieram facilitar o tratamento e, consequentemente, a vida dos homens que sofrem desta doença”, acrescenta.A Lilly lançou ontem uma campanha mundial de luta contra a disfunção erétil. Sob o mote “Não fuja do problema. Peça ajuda”, a campanha vai estar presente em todo o mundo. Em Portugal, a primeira campanha global vai ser emitida na Televisão, Imprensa, Rádio e por via Online. 
Fonte Original: PTJORNAL

sexta-feira, 2 de março de 2012



EXERCÍCIOS FÍSICOS PROTEGEM CONTRA DISFUNÇÃO ERÉTIL


  
    Uma atividade física mais intensa está associada com uma melhor função sexual em homens com menos de 40 anos. O estudo comparou a prática de exercícios físicos e função erétil em homens saudáveis entre 18 e 40 anos de idade. Estudos anteriores indicaram que a disfunção erétil está correlacionada com maior risco de ataque cardíaco.
     O que os cientistas queriam era encontrar um mecanismo que pudesse atuar sobre os dois efeitos conjuntamente, ou seja, tanto sobre a disfunção erétil, quanto sobre o risco cardíaco. Eles parecem ter conseguido mais do que isso.
Os resultados apontam que a solução pode estar em níveis mais intensos de atividade física - mais do que apenas uma caminhada leve. Ocorre que as atividades físicas estão correlacionadas com um bem-estar muito mais generalizado, incluindo o combate a condições como obesidade e diabetes.
"Nós esperamos que o diagnóstico precoce da disfunção erétil ajude a motivar os homens jovens a assumir um estilo de vida saudável em uma base consistente," afirma o Dr. Wayland Hsiao, da Universidade Emory (EUA).
Isso redundaria não apenas na solução do problema específico da disfunção erétil, como também de uma série de outros, sobretudo da diminuição do risco cardiovascular.
O estudo mostrou taxas elevadas de disfunção erétil em homens sedentários abaixo dos 40 anos de idade. Contudo, o problema foi largamente solucionado com um nível de exercícios físicos mais intenso e regular.
Fonte : Diário da Saúde

O que melhor se pode fazer para melhorar a saúde dos homens?