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sábado, 12 de maio de 2012

Homens têm mais chances de desenvolver câncer de pele

Menos preocupados com a saúde e quase nunca adeptos das ações preventivas, os homens são mais propensos a apresentar casos de melanoma, aquele tumor de pele causado pela transformação maligna das células produtoras de melanina.

A conclusão acima é de uma pesquisa realizada recentemente pelo Ministério da Saúde com mais de 50 mil pessoas. O levantamento apontou que apenas 37% dos homens entrevistados costumam proteger a pele dos raios ultravioletas, que são considerados altamente nocivos à saúde. 

Segundo Christiana Blattner, dermatologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), além da falta de cuidado, outros fatores fazem com que o melanoma seja mais frequente entre eles.

"Na hora de avaliar a incidência de casos de câncer de pele em homens, é importante levar em consideração o fato de que, muitos trabalham ao ar livre e por isso, estão mais expostos ao sol, o que facilita o surgimento da doença", ressalta a especialista. 

Grupo de risco
De acordo com as estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), dos 6.230 casos de melanoma ( tipo de câncer de pele) esperados para o ano de 2012, mais de 3.100 deverão acometer homens. A doença pode ser desenvolvida com mais facilidade em adultos jovens que tenham peles e olhos claros e bastante sardas, assim como em pessoas que possuem histórico de melanoma na família.

Fonte: Terra

domingo, 25 de março de 2012

 
Câncer de PÊNIS



O câncer de pênis é um tumor raro, com maior incidência em homens a partir dos 50 anos, embora possa atingir também os mais jovens. Está relacionadoàs baixas condições socioeconômicas e de instrução, à má higiene íntima e a homens que não se submeteram à circuncisão (remoção do prepúcio, pele que reveste a glande – a “cabeça” do pênis). O estreitamento do prepúcio é um fator de predisposição ao câncer peniano. Estudos científicos também sugerem a associação entre infecção pelo vírus HPV (papilomavírus humano) e o câncer de pênis.

No Brasil, esse tipo de tumor representa 2% de todos os tipos de câncer que atingem o homem.

Estimativa de novos casos: 4.637 (2009)

Número de mortes: 295 (2007)


Fonte: INCA

quarta-feira, 21 de março de 2012


Câncer de testículo atinge 5% dos homens

Mesmo desenvolvendo desde cedo uma íntima relação com pênis e testículos, os meninos de todas as idades deixam muito a desejar quando o assunto é atenção à saúde. Para se ter uma ideia, em 2007, de cada seis mulheres que foram ao ginecologista, apenas um homem se prontificou a ir ao urologista. Impressionantes 17,5 milhões delas contra apenas 2,7 milhões deles, segundo dados do Ministério da Saúde.



O que poucos sabem é que, assim como o auto-exame da mama, existe o auto-exame de testículos, fundamental para a detecção de nódulos e tumores em estágio inicial. Especialistas recomendam que todos os meses, após um banho quente – que relaxa a bolsa escrotal e facilita a observação de anomalias – o homem posicione-se de pé em frente ao espelho e verifique se houve aumento, redução ou enrijecimento dos testículos. Além disso, é necessário checar se há sensação de peso, dor ou desconforto na bolsa escrotal.

O ideal é que, além do auto-exame, os homens procurem atendimento médico com regularidade.  O câncer de testículo é agressivo porém tem elevados índices de cura quando diagnosticado precocemente.
Incidência – Mais raro que o câncer de próstata, que atinge cerca de 30% dos homens, o tumor de testículo acomete 5% da população masculina. Outra diferença é que costuma se concentrar entre os mais jovens, na faixa dos 15 aos 35 anos. Se os testículos não desceram para a bolsa escrotal na infância (criptorquidia), ou se houve ocorrência de hérnia inguinal, a probabilidade é aumentada entre 05% e 20%.
Quando a doença é diagnosticada, ocorre a retirada do testículo, o que não afeta afunção sexual ou reprodutiva do paciente – caso o outro testículo esteja saudável. O tratamento posterior à cirurgia pode incluir quimioterapia, radioterapia ou apenas controle clínico – de acordo com cada caso.
Não é preciso desespero se notar que um dos testículos é maior que o outro pois na grande maioria dos casos é normal que um desenvolva-se mais. Na dúvida procure atendimento em uma Unidade de Saúde da Família mais próxima de sua residência.




Para saber mais sobre o Câncer de Testículo visite o site do INCA e clique  aqui.

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terça-feira, 20 de março de 2012

Mortalidade Masculina X Doenças do Fígado

   O fígado é um órgão importante pois tem a função de "aguentar o tranco" de nossos abusos. Apesar de sua grande capacidade de regeneração celular, o excesso de substâncias nocivas contidas, por exemplo, no cigarro, bebidas alcóolicas, alimentos e medicamentos pode propiciar a inflamação crônica deste órgão. 
   A presença do vírus da hepatite B é outro motivo que favorece essa inflamação, agravando-se ainda mais quando a ingestão alcóolica ultrapassa a capacidade de trabalho desse órgão.

    Dentre as doenças do  aparelho digestivo, as Doenças do Fígado , foram, em 2005, responsáveis por  70% das causas de morte de homens de 25-59 anos. Destas, 46% deve-se a Doença Alcoólica, 36%  a Fibrose e Cirrose e 18% a Outras Doenças do Fígado.


terça-feira, 13 de março de 2012


Homens também devem fazer auto-exame

Os homens se desesperam e sofrem quando recebem o diagnóstico de câncer nos testículos, principalmente por não saberem as consequências da doença. Mas, diferentemente do que muitos pensam esse tipo de tumor, apesar de agressivo, não causa impotência.
Segundo o chefe do Serviço de Oncologia Clínica do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Daniel Herchenhorn, em alguns casos, o câncer pode causar infertilidade, mas, na maioria das vezes, o quadro é temporário, podendo se prolongar até seis meses depois do término do tratamento.
O médico explica que o tumor atinge normalmente um testículo só. O tratamento requer a retirada desse órgão, mas o outro se mantém, produzindo testosterona. Por isso, o homem não deixa de ter ereção. Em casos raríssimos em que atinge os dois testículos, outros tratamentos são avaliados, afirma.
Segundo o Inca, a doença atinge homens em idade reprodutiva, na faixa etária entre 15 e 50 anos, sendo mais comum dos 20 aos 40.
Daniel Herchenhorn explica que é possível descobrir sinais de câncer no parceiro, mas é pouco comum. O tumor é identificado por um aumento no volume do testículo ou a presença de um nódulo, sendo que estas mudanças são observadas pelo paciente somente pelo auto-exame, esclarece Daniel.
O câncer de testículo é um dos mais curáveis, principalmente se detectado no início, mas os homens devem fazer o auto-exame uma vez por mês, após o banho quente, recomenda o Inca.
O homem para realizar o auto-exame deve ficar de pé, em frente ao espelho, e observar se há alterações em alto relevo na pele dos testículos, examinando-os com as duas mãos. É necessário ficar atento às alterações no tamanho dos testículos e se notar presença de nódulos ou aumento no volume, deve procurar o médico na unidade de saúde da família.


Mas, alertam os especialistas: não é para ficar assustado se um dos testículos parecer maior que o outro. 





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O que melhor se pode fazer para melhorar a saúde dos homens?